Quando juntar na fogueira os pelos teus
Tingidos de vermelho pela luz
Não deixe de olhar o horizonte
E balbuciar algo que só eu conheço.
Com todos os pássaros e velhos gatos meus
Na mesma dança juvenil de sempre. O pega-pega da natureza.
Pense nos amores e seus toques viris, permita-se reviver algum tal
Amores intensos, olhos vidrados em sua beleza - nunca puídos de chorar.
E assim se aqueça, em meio a noite, em meio a cidade,
por entre as montanhas que não há de ver daqui.
Lembre-se do homem que fugiu só por um instante.
Amou tua alma e beijou teu rosto, tua tristeza
Que agora fica, te faz olhar para rua
E afugentado o homem cintila
Mais uma estrela, sob teu olhar.
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