São gotas de mar sobre a praia
São rastros na areia também
Quando a lua nos dá sua graça
Ela dá o que lhe convém
Tão bem. Também.
É o corte da lufa do vento
Calor que nem a noite sabe domar
A hipnose de um canto sereno
Azul profundo da íris do mar
E com febre penso no tempo
Correndo para ela e olhando para trás
Meus passos, cada onda desmente
Minha febre aquece desejo voraz
Satisfaz. Não mais.
E as fendas da lufa do vento
O calor a me cozinhar
Lúcido sussurro sereno
Engulo profundo, a íris do mar
Então fico
Neste doce calor a sonhar
Com carícias do sol, e brisa de mar
Ternuras se raiam, não se dorme ninguém
Se afobam suspiros, adivinha por quem?
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